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Gilberto Gil e Ney Matogrosso cantam ‘Esotérico’ no Réveillon de Copacabana; veja

Noite na praia do Rio de Janeiro teve ainda shows de Belo com Alcione e João Gomes com Iza, além do DJ Alok

Ney Matogrosso (esq.) participa de show de Gilberto Gil no palco Rio, na praia de Copacana, na festa de Réveillon do Rio de Janeiro | 31.dez.2025/Divulgação
Ney Matogrosso (esq.) participa de show de Gilberto Gil no palco Rio, na praia de Copacabana, na festa de Réveillon do Rio de Janeiro | 31.dez.2025/Divulgação

Gilberto Gil e Ney Matogrosso celebraram a música brasileira e a amizade em uma apresentação especial no palco principal do Réveillon da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, na noite desta quarta-feira (31). O encontro de ícones foi o destaque de uma festa que, neste ano, recebeu o título de maior do mundo pelo Guinness Book.

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Vestido de branco, Gil iniciou a apresentação com “Tempo Rei”, seguida por clássicos como “Andar com Fé” e “Aquele Abraço”. O clímax do show foi a entrada de Ney Matogrosso, com quem o baiano dividiu os vocais em “Se Eu Quiser Falar com Deus” e “Esotérico”. Ney ainda assumiu a liderança em “Balada do Louco”, dos Mutantes, e encerrou sua participação com o hino “Pro Dia Nascer Feliz”, de Cazuza.

O mestre baiano falou ainda sobre a admiração que tem pelo amigo. “A suavidade, a calma, a delicadeza [dele] . Depois como artista eclético, variado, com uma apreciação muito grande por vários estilos. E, por fim, a voz”, disse Gil em entrevista ao Multishow após a performance. Questionado sobre o que deseja para o próximo ano, ele respondeu: “Mais compreensão”.

A presença de do tropicalista na festa acontece em meio à sua bem-sucedida turnê de despedida, “Tempo Rei“, que ainda tem datas agendadas para 2026.

A noite em Copacabana seguiu com outros encontros. Na sequência, o romantismo tomou conta da praia com a parceria de Belo e Alcione, que cantaram juntos sucessos como “Reinventar”, “Perfume” e “Você me Vira a Cabeça”. O pagodeiro foi outro artista a encarar uma jornada dupla na virada, chegando ao Rio após ter se apresentado no Réveillon na avenida Paulista.

Logo após a queima de fogos de 12 minutos, a ponte aérea São Paulo-Rio foi completada por João Gomes. O jovem do piseiro subiu ao palco e recebeu Iza, com quem dividiu os vocais em “Lembrei de Nós” e uma versão de “Anunciação”, de Alceu Valença, antes de a cantora apresentar seu próprio hit, “Fé”.

Celebrando suas raízes, o artista pernambucano incluiu no repertório seus sucessos “Meu Pedaço de Pecado” e “Coração de Vaqueiro”, além de “A Praieira”, da Nação Zumbi. Horas antes, o músico já havia agitado o público na festa da capital paulista.

A madrugada em Copacabana continuou com a apresentação de Alok, que comandou um espetáculo pirotécnico e de lasers. O show contou com 1.250 drones que projetaram no céu imagens do Cristo Redentor e do Pão de Açúcar, e teve a participação de seu parceiro musical Zeeba para cantar o hit “Hear Me Now”. O encerramento ficou a cargo da bateria da Beija-Flor.

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A comemoração do Ano-Novo, no entanto, não se restringiu ao palco principal. Na própria orla, o palco Samba recebeu nomes como Mart’nália e Diogo Nogueira. A festa se espalhou pela cidade com outros 11 palcos. No Flamengo, um tributo a Raul Seixas (1945-1989) reuniu Chico Chico e a DJ Vivi Seixas, filha do músico.

Para receber a multidão, estimada em mais de 2,5 milhões de pessoas, um grande esquema de segurança foi montado. A noite, no entanto, foi marcada por um contraste: enquanto os palcos celebravam a música, o mar em Copacabana estava agitado, com ondas de até 2,5 metros, segundo a Marinha, o que exigiu atenção dos bombeiros.

A celebração deste ano marcou a oficialização do Réveillon do Rio como o maior do mundo. “Não há lugar no mundo que faça festas em espaço público com a constância que faz o Rio”, disse o prefeito Eduardo Paes ao receber a honraria do Guinness Book.

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